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20 março, 2005

Chuva

A chuva finalmente. O céu entre o cinzento e o castanho. E um vento quente.
Dia de paz, de descansar as armas, não querer saber se estão cheias ou vazias... As armas que são palavras ou olhares ou gestos, que se carregam com construção do mal e não de matéria. Matam possibilidades.
A guerreira sente-se como uma gotinha de água no deserto. Mas pode ser momentâneo. E isso é uma visão de um oasis.

1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Prontos! Deixas a cabana e dá isto...
Ora ai tá a prova de que um edifício pode mudar muito a nossa forma de sentir, pensar..

12:26 p.m.  

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