Duas vezes por ano
Talvez não devesse vir aqui despejar palavras. É que os outros têm que ter uma intenção para tudo e depois começo a pensar em que intenção é agora a minha.
Lembro-me de em tempos apontar as datas e contar os dias como se isso fosse mais significativo assim, mais importante. A necessidade de sentir que posso controlar tudo e até quem deixo que pense que me controla.
Hoje não vejo diferença entre passar uma semana ou 5 meses.
Enquanto estão a passsar, nem que sejam minutos, eu não "ver" nada é mau sinal. ~
Disse-lhe a ela (de novo aquela história) - Se não vês nada é mau sinal. E ela respondeu. Vejo tanta coisa neste nada que nem te conseguiria contar tudo.
Que bonito! :) Não! Que belo! Que é mais bonito! rss
Eu tambem consigo. Tenho alturas em que consigo ouvir as melhores palavras sairem duma boca em silêncio. Mas acho que é nessas alturas que os neurónios me escorregam e depois passadas umas horas chegam-me as lágrimas e as dúvidas.
Será que eu sei isto ou só inventei isto, ou de tanto querer ver, vi.
Não posso dar grandes conselhos com os neurónios que me vão restando e por isso, voltamos ao principio, não estamos na mesma como dizia.
A tua mãe pede-te a navalhinha e eu adivinho que pedirei tambem uma qualquer arma branca um destes dias. ;)
Ha gente com coragem lá fora, sabes? A fazer tantas coisas giras e a amar muito.
Hoje eu sou alguem recolhido no medo. Quero fechar com força os olhos para não perder tudo já.
Ela chora por algo em que acredita e eu assim sinto-me ainda pior.
Que grande bola de Karma. E tanto amor desperdiçado.






2 Comments:
O que não é dito não existe.
Então o q se quer fazer e não se fáz não tem nenhuma força... Tambem não existe :§
Enviar um comentário
<< Home