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28 abril, 2005

Mas às vezes acredito


Foto-MikhailPalinchak

Quis apagar o mapa, ele era para o outro como te disse, mas já não fui capáz de "matar" o homenzinho de cabelo cor de laranja. E assim cá continuamos sem telhado, tambem não temos cama nem àgua quente nem corrimão na escada para escorregar... O que importa se há telhas? Olha, há ponte, isso interessa-me mais. Há uma ponte suspensa metálica e que suporta ventos fortes ali inalterada, nada como a outra que racha. E é uma ponte onde posso correr quando te pôes a desconstruir.
Não preciso que prometas coisa alguma, nem que te esforces para não voltares a ser como sempre foste, já que o comentáste como quem está de olho aberto, consciente.
Se for a ver bem até aquilo que preciso, eu mascáro com formas de se ler que não preciso. Talvez as janelas do blog sejam isso mesmo. A máscara que só os tontos acreditam ser a cara. E uma qualquer forma de retirar poder a desconstrutores.
Não. Mas isto é muita defesa, muita explicação.
Entendeste? Eu tambem não!
Mas às vezes acredito.

1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Destapas, vais destapando, continuas a destapar para no final te tapares toda:(
Não sabias keu gosto de mulheres todas nuas?

5:41 p.m.  

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