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10 abril, 2005

É a prisão que me liberta

JurgenKampa


É a prisão que me liberta, a fome que me alimenta e a dor que me dá prazer.
E parei! Porque isto à lupa não fica tão belo como é na realidade.
Depende da cabeça e da quantidade de caracóis que lá estão. Para não falar da hora do dia e do termómetro ou barómetro ou pulsómetro...
Depende do sorriso que se aprendeu. Se se leu o livro até ao fim ou se se ficou para sempre na página do beijo.
Ah! Que sentido que isto tem.
É um sentido de sucos, muito pessoal...