Closer

Julia Roberts e Natalie Portman - "Closer"
Where is this love? I can't see it, I can't touch it, I can't feel it. I can hear it. I can hear some words, but I can't do anything with your easy words. «closer»
Despertam-se os sentidos e aí estão depois as razões para se amar. Belo não é, mas tambem duvído que o queiram belo, que o queiramos belo. Assim é razoavel e compreensível. É mais uma luta de espertalhões. Tentar convencer, principalmente através da estética (necessário olhos e proximidade) e depois através da actuação, do saber fazer. Assim se tem um grande amor cheio de coisinhas pessoais, tanto mais importantes quanto a importância que se lhes queira dar.
Não sei porquê incomoda... É a constatação do acaso. Será sempre mais belo pensar que não existe acaso por isso perde-se a parte bela da coisa.
Somos pessoas a amar profundamente o que quer que seja por razões tão superficiais quanto ver um copo de sumo e perceber que se tem imensa sede.
Às vezes ele ter gelo faz a diferênça.
"Closer", achei real, tão real como as nossas sedes, pelos dias distribuídas em momentos de magia algumas vezes, outras menos, mais serias, como se fossem profundas, profundamente nossas, profundamente sem nenhum acaso...
DAN: I fell in love with her, Alice.
ALICE: Oh, as if you had no choice? There's a moment, there's always a moment. I can do this, I can give into this, or I can resist it, and I don't know when your moment was, but I bet there was one.






2 Comments:
Não vi "Closer"…mas do que falas e do que já li por aí, lá estão de novo as razões do amor… traições e coisas que tal… (mais um para a já longa lista)
Com razões ama-se, e com razões desama-se tambem… é assim!
Serve de alguma coisa pensar nas razões porque se ama? Ama-se com razões e pronto! Se pensarmos muito nisso, concluímos que queremos sempre um amor que não podemos ter ou que estamos a amar quem não devia-mos amar… Viver e amar é tudo o que importa se for sentido verdadeiramente, sinceramente, para quê perder tempo a questionar coisas que não levam a nada? Se questionamos muito acaba-se logo por uma carrada de razões… sinceridade ou fidelidade, por culpa, sexo etc etc…
Eu amo, tu amas… E amamos com o gelo ou sem ele não é? E um dia, por uma qualquer razão, desamamos… sei lá!
Sabes, é por alguma razão (lá tá a razão) que tou aki aqui agora depois de um dia por aí a bezerrar e não é pk me apeteceu vir sentar-me na cadeirinha não. :)
AMO-TE! (é o programa aos restaurantes do marido da outra que tou agora a ouvir na radio :))É isso!!! :)
Excelente! É inevitável não ter uma sensação de dèja vu com este filme. É tão real... reflete tão bem as relações humanas.
Excelente blog tb. Parabéns!
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