Há muito tempo

Não sou capáz de imaginar o que acontecería se deixasse de acreditar que a força maior de tudo, existe na expressão da forma e não na forma em si.
Não é um mundo a preto e branco que eu vejo quando lhe limpo as cores, é um mundo com uma promessa infinita de cores que eu vejo no cinzento. E explicar porquê é uma impossibilidade.
Sabes, quando definimos o vulgar e o invulgar?
Quando se consegue perceber a diferença entre estranhamente bonito, finamente bonito e grosseiramente bonito?
(foto-Saffron Burrows)






1 Comments:
Sei!:) Sei que é essa sensibilidade que não te deixa conformada só com a forma... é ela que te dá essa forma de veres a realidade e fazeres dela imensas cores e perspectivas...
é a alma de artista! :)
Mas tens de concordar que assim a um primeiro olhar, esse "bombom" Saffron tem toda a vantagem em ralação a uma qq patinha feia. :)
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