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11 fevereiro, 2006

Na razão de cada um



Lá se mostra a cor, para conversarmos ainda do que nos chama a atenção.
Na verdade pouco importa a naturalidade da cor, quando já lá pusemos os olhos e os momentos passaram a contar a partir dali. Reparámos e não importa em quê. Se nada contrariar o interesse deixamo-nos levar pela harmonia da forma e "atamo-nos" a nós, ao próprio sentido que lhe damos.
Voltamos ao que é amar. E amar é mais quando a pessoa é mais. E menos quando a pessoa é menos. Amar é tudo mas pode ser só um bocadinho.
Às vezes não se vê que há riscos no gelo. E outras escolhemos as fotos por causa dos riscos.
Pode estar tudo errado. Mas se precisamos da nossa capacidade de inventar para nos integrarmos... Ou apenas para não nos desiludirmos...
Inventamos.
E damos razões. Conseguimos explicar o que gostamos no olhar ou na proximidade.
Para olharmos, continuarmos a olhar e nos aproximarmos... Até que se esgote a vontade, ou se esgote a nossa imaginação.
(foto-Marina Anissina e Gwendal Peizerat)

1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Vontade há. Amor sinto-o... Cor tb há, mesmo que ás vezes seja mais a do fato do Gwendal do que a do fato da Marina ...
Aki é mais a imaginação esgotada, sem que por isso deixe de haver sempre, mas sempre, razões para te olhar... ou ler-te!

12:26 p.m.  

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