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04 abril, 2006

Close shot




E vejo assim que da forma como te observo sou capáz de escrever um livro inteiro de capitulos que tambem sou capáz de ir lendo.
Mas frontalmente, sinceramente... As drogas nunca são problema. As sombras que vejo desfocarem-se ou a falta de conseguir acertar no que é a realidade, como me dizes, tem talvez muito de droga minha, embora nada das outras (maravilhosas). Inclino a cabeça e tudo se foca como se manualmente a minha máquina se preparasse para um "close shot" e sim, é um tight shot o que guardo no album, é um tight shot na minha cabêça.
Que pena não poder dar a provar esta minha droga apaixonada, que me faz ver as coisas com cores tão definidas e que me prende a elas, ou me afasta... Mais do que à primeira vista.
À primeira vista não sei se me entras no coração, ou se reparo só que os teus olhos são bonitos e assim posso abrir-te o meu coração.
E agora é assim como a letra do Billy Bob à Angelina "Angelina, what's come between us,
Could it bee the magic and the mystery of love?"
Não há como saber.
Um qualquer momento no tempo o dita. E a gente segue...
(foto - Saffron Burrows)

1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

;)
E como síntese de tudo isto que escreveste digo só que n interessa saber. Que fique tb secreto o que nos une e não me importo mesmo nada que os corpos se unam melhor que as nossas cabeças.Nada!:)

Da foto: A modelo fá-la bonita.

3:24 p.m.  

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