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28 setembro, 2007

That's the way




Falo de amor, mas não se pode, é como de guerra, qualquer razão não é razão se não se quiser fazer.
Amor, desejo ou o que for, aquilo a que se dá toda a força que a força acaba por gastar.
Deve ter um componente de justiça ou de equilibrio que nós não entendemos e às vezes nem concordamos. Como um sonho onde nos sentimos bem, mas o mundo está a ruir.

1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Pareces-me hesitante, pouco confiante...F*ds,fiquei até com a impressão de "malogro"!

Já li vinte vezes e há qualquer coisa aqui que não deslindo... Mas mesmo varrido por esta habitual falta de compreensão ao que escreves, vou comentar mm assim...

Dizes: "aquilo a que se dá toda a força que a força acaba por gastar"...
Filosofia surpreendente sim (ah, as faculdades de que é capaz essa tua mente dotada de inteligência científica), mas não concordo! Isto não é "fisica" e em amor não é a força que se dá que acaba por gastá-lo. Seria injusta essa justiça ou equilibrio que falas. Consumir-se assim, só se for por "forças cegas" mas, a meu ver, o sentimento de amor possui tb ele inteligência, e um grau de tolerância incrivel, e assim tal força só poderá renova-lo ou fortalecê-lo!

Hummm! Não estarás tu comprimida entre evidências e não procuras mais compreendê-las?
Será isso?
Se for, diria antes que é "passividade", tendências auto-destrutivas, ou uma "formula" que te permite não reproduzir de novo tudo o que foste capaz anteriormente.

Medos?
:)

2:54 p.m.  

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