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14 janeiro, 2006

Somewhere I belong




Bem afinada. A travar mais nas dianteiras (ligeiramente mais do que nas traseiras). ;)

Mas... Esta noite deste-me musica.
Nada a perder "Nothing to gain/ hollow and alone And the fault is my own, and the fault is my own".
Não lhe chamo afinação, nem quero saber como vou ficar no futuro. Muito menos te culpo ou culpo alguma coisa exterior a mim. Tambem como na canção: Nunca me conheçerei a serio até que fáça tudo exactamente à minha maneira. And I will never feel anything else, until my wounds are healed, I will never be anything till I break away from me, I will break away...

É mágico habitar "estados de graça", eu habito. Entro neles e pairo, não levo os medos a não ser que sejam chamados para lá de repente por qualquer coisa menos boa. Por isso é natural que em "estado de graça" te diga palermices. Tambem é bom. Sabe a "poder fazer o que quero fazer", "dizer o que quero dizer" ainda antes de me deixar perceber o que quero fazer ou dizer. O mesmo é que dizer "não pensar nada antes de abrir a boca". Depois abri-la como se soubesse que não importa o que te digo porque estás a ler lá dentro. E posso mexê-la e fazer sair todo e qualquer som, posso cantar pelo meio do discurso serio, rir ou chorar, que em ti tambem um "estado de graça" te faz saber a formula de me ouvir calada. E aí nenhum de nós se engana. E é só bom. "I wanna find something I’ve wanted all along, Somewhere I belong"
(foto-Gisele Bündchen)

11 janeiro, 2006

Flaming




Apenas um beijo...

"Naked she lay, clasped in my longing arms,
I filled with love, and she all over charms;
Both equally inspired with eager fire,
Melting through kindness, flaming in desire."
(Lord John Wilmot)

(foto-Colin Firth e Irene Jacob)

05 janeiro, 2006

A que tem vantagem




Tem toda a vantagem em relação às "patinhas bonitas" que o mundo gosta.
Tem toda a vantagem porque existe nela (para mim) aquela luzinha que não existe na Jolie. Os gostos não se discutem. Mas como só falo de estética, sinto que falei de mais das coisas que estavam por trás, e ficou aquela baralhada, um monte de razões para se admirar, como as escolhas dela e o como pensa. Limpa isso tudo, vê só mesmo a estética, era o que queria dizer.
Depois fica-se a perceber o que nos atrai. Dificilmente serão as patinhas muito feias, claro. Mas de entre todas as bonitinhas, as bem-amadas, qual é o nosso tipo de mulher bonita? A que na verdade tem vantagem?
Este foi um exemplo que te dei, do meu. Já te tinha dado muitos outros.

(foto-Saffron Burrows)