22 agosto, 2010
O meu corpo gosta de ti.
Lembras-te?
Escreveste sobre isso. Eu disse-o no fim duma tarde.
Só não sei se no tempo do alho, dos quimicos ou ...
O meu corpo gosta de ti.
E eu gosto do que me fáz sentir olhar a frase escrita.
O meu corpo. O mesmo que padece da tal alergia
Que foste depois tratando tambem..
Com os alhos, ou os químicos, ou ...
:)
02 agosto, 2010
Duas vezes por ano
Voltámos a Agosto! Porra, passou tanto tempo desde que... E o pior é que não estamos na mesma. Tive mais um cem numero de "fanicos" desde a ultima vez :) Agora sinto que se me escorrem os neurónios pelos cantos dos olhos de tanto querer olhar para as coisas que não consigo perceber bem...
Talvez não devesse vir aqui despejar palavras. É que os outros têm que ter uma intenção para tudo e depois começo a pensar em que intenção é agora a minha.
Lembro-me de em tempos apontar as datas e contar os dias como se isso fosse mais significativo assim, mais importante. A necessidade de sentir que posso controlar tudo e até quem deixo que pense que me controla.
Hoje não vejo diferença entre passar uma semana ou 5 meses.
Enquanto estão a passsar, nem que sejam minutos, eu não "ver" nada é mau sinal. ~
Disse-lhe a ela (de novo aquela história) - Se não vês nada é mau sinal. E ela respondeu. Vejo tanta coisa neste nada que nem te conseguiria contar tudo.
Que bonito! :) Não! Que belo! Que é mais bonito! rss
Eu tambem consigo. Tenho alturas em que consigo ouvir as melhores palavras sairem duma boca em silêncio. Mas acho que é nessas alturas que os neurónios me escorregam e depois passadas umas horas chegam-me as lágrimas e as dúvidas.
Será que eu sei isto ou só inventei isto, ou de tanto querer ver, vi.
Não posso dar grandes conselhos com os neurónios que me vão restando e por isso, voltamos ao principio, não estamos na mesma como dizia.
A tua mãe pede-te a navalhinha e eu adivinho que pedirei tambem uma qualquer arma branca um destes dias. ;)
Ha gente com coragem lá fora, sabes? A fazer tantas coisas giras e a amar muito.
Hoje eu sou alguem recolhido no medo. Quero fechar com força os olhos para não perder tudo já.
Ela chora por algo em que acredita e eu assim sinto-me ainda pior.
Que grande bola de Karma. E tanto amor desperdiçado.
Talvez não devesse vir aqui despejar palavras. É que os outros têm que ter uma intenção para tudo e depois começo a pensar em que intenção é agora a minha.
Lembro-me de em tempos apontar as datas e contar os dias como se isso fosse mais significativo assim, mais importante. A necessidade de sentir que posso controlar tudo e até quem deixo que pense que me controla.
Hoje não vejo diferença entre passar uma semana ou 5 meses.
Enquanto estão a passsar, nem que sejam minutos, eu não "ver" nada é mau sinal. ~
Disse-lhe a ela (de novo aquela história) - Se não vês nada é mau sinal. E ela respondeu. Vejo tanta coisa neste nada que nem te conseguiria contar tudo.
Que bonito! :) Não! Que belo! Que é mais bonito! rss
Eu tambem consigo. Tenho alturas em que consigo ouvir as melhores palavras sairem duma boca em silêncio. Mas acho que é nessas alturas que os neurónios me escorregam e depois passadas umas horas chegam-me as lágrimas e as dúvidas.
Será que eu sei isto ou só inventei isto, ou de tanto querer ver, vi.
Não posso dar grandes conselhos com os neurónios que me vão restando e por isso, voltamos ao principio, não estamos na mesma como dizia.
A tua mãe pede-te a navalhinha e eu adivinho que pedirei tambem uma qualquer arma branca um destes dias. ;)
Ha gente com coragem lá fora, sabes? A fazer tantas coisas giras e a amar muito.
Hoje eu sou alguem recolhido no medo. Quero fechar com força os olhos para não perder tudo já.
Ela chora por algo em que acredita e eu assim sinto-me ainda pior.
Que grande bola de Karma. E tanto amor desperdiçado.





